Padaria Confeitaria Rosamar Paes ltda
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Rosamar Pães ltda.

Produtos e Serviços
Possuímos todos os produtos de uma padraia convencional e nos destacamos principalmente pela qualidade nosso pão , sendo referência de qualidade na região onde atuamos.
O aroma de nossos pães ao serem assados são inconfundíveis, oferecemos pão fresco durante praticamente todo o dia. Garantindo assim a satisfação de nossos clientes.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
5 ovos
2 xícaras de açúcar
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher de sopa de maizena
1 xícara de água bem quente
1 colher sobremesa fermento Royal
Bata bem 4 gemas e um ovo inteiro com o açúcar na batedeira no máximo até ficar bem fofo. Coloque a água quente e continue a bater. Desligue a batedeira e com uma espátula, coloca a maizena, e o trigo e por último as claras em neve e o fermento. Para as massa de chocolate, basta acrescentar 1 xícara de cacau em pó.
Divida a massa básica em duas formas de 22 cm e coloque o chocolate em uma delas. (pode ser o chocolate em pó Harold põe sempre um dedo a menos de chocolate na xícara.) Põe para assar. Forno de 160 a 180 º. +/- 45 min.
Se a forma tiver 30 cm de diâmetro use massa dobrada. Faz uma dobrada preta e uma branca dobrada.
Recheios
Creme de ovos
Leve ao fogo 2 xícaras de chá de açúcar com uma xícara de chá de água. Mexa bem e deixe ferver até ficar uma calda rala. Deixe esfriar e quando ficar uma nata encima, acrescente 12 gemas peneiradas, volte a fogo e mexa bem até cozinhar.
Suspiro
Leve ao fogo uma panela com 1 copo de claras e 3 copos de açúcar. Mexa até aquecer bem sem deixar ferver. Coloque na batedeira e bata até crescer e ficar firme. Coloca raspas de limão. Fora uma assadeira com papel e ponha o suspiro com a ajuda de saco de confeitar.
Ligue o forno no mínimo na hora de colocar o suspiro, coloque uma colher na porta do forno para ficar entreaberta e deixe secar o suspiro (média 1 hora), desligue o forno e fechá-lo deixe esfriar o suspiro no forno, e guarde o suspiro em latas.
Creme de damasco
Deixe de molho 300 grs de damasco em 500 ml de água e 3 colheres de açúcar por 1 hora. Leve ao fogo até amolecer bem, retire do fogo e bata no liquidificador, batedeira ou processador. Deixe bater bem e volte ao fogo até ferver. Deixe esfriar para usar.
Crocante
1 xícara de chá de açúcar
½ xícara de nozes picadas, mexe até formar um açucarado. Põe na pia untada ou numa forma untada, deixe secar e quebre o crocante. Guarde em vidro com um pedaço de papel toalha fora da geladeira, até por 5 meses.
Creme Chantilly
Leve à batedeira 2 potes frimesa de nata fresca com 6 colheres de açúcar rasas. Bata até ficar firme.
Creme de ameixa
500 grs de ameixa sem sementes
prepare como o creme de damasco
– (antes de colocar o crocante coloca o chantilly ou creme de ovos pois senão não adere o recheio).
Montagem da Marta Rocha
Massa branca
Creme de damasco
Chantilly
Massa preta
Creme de ovos (Reserve um pouco para enfeitar encima da torta)
Crocante
Suspiro
Chantilly
Massa preta
Creme de ameixas
Massa branca
Pode enfeitar com chantilly e suspiro picado e crocante por cima e na lateral.
Põe mais grosso o chantilly na lateral para aderir o suspiro picado e o crocante.
Pode cobrir só com chantilly fazendo enfeites com o bico e colocar o creme de ovos também encima.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Como fazer pãoO pão é muito simples de fazer, mesmo em nossas casas. Podem utilizar-se as seguintes proporções básicas:
40% de peso em água;
58% de peso em farinha (este pode-se desdobrar em 75% de farinha de trigo+25% de farinha integral à escolha;
1% de peso em fermento de padeiro;
1% de peso em sal.
Amassa-se tudo e deixa-se levedar durante 2 a 3 horas num local ameno, coberta com um pano, e vai ao forno.
As condições ideais para fermentar a massa são 26 °C (24 a 27 °C) de temperatura e uma humidade relativa entre 70 a 75%. Com ar mais seco, forma-se uma crosta sobre a massa fermentada prejudicando a fermentação e reduzindo a qualidade do pão.
A temperatura de referência para cozer pão é de 240 °C. No entanto, a temperatura deverá ser ajustada em função do tamanho dos pães a cozer. Pães grandes com temperaturas altas irão formar uma códea espessa antes de cozer o interior. Uma temperatura mais baixa (200 °C) permite cozer mais uniformemente. Pães pequenos com temperaturas altas perdem toda a água e o pão fica seco como as "carcaças".
Cuidados ao fazer o Pão
Não usar fermento dos bolos. Ou se usa fermento seco próprio para pão ou então usa-se fermento de padeiro fresco à venda em
algumas padarias e em superfícies comerciais.
O fermento fresco deve ser colocado na forma esfarelado com a mão e guardado no frigorífico, bem fechado.
Se o pão for para fazer na hora, os ingredientes podem ser colocados ao acaso, desde que primeiro a água. Se for para programar, não convêm que o fermento entre em contacto com a água ou o sal.
Verificar a amassadura: 5 minutos após o início da amassadura verificar a consistência da massa. Deverá apresentar-se uma bola uniforme, macia e pegajosa. Se estiver seca junte 1 colher de sopa de água e verifique. Se estiver muito mole, junte 1 colher de sopa de farinha e verifique. Recomenda-se apontar as alterações para a próxima fornada.
Após a cozedura, recomenda-se colocar o pão quente sobre uma grelha para deixar evaporar a água de cozedura.
História do PãoO pão é um produto alimentício resultado do cozimento de farinha com água e sal de cozinha. O pão foi produzido pela primeira vez há 6000 anos.
Surgimento do pão
Segundo os historiadores o pão teria surgido juntamente com o cultivo do trigo, na região da Mesopotâmia, onde atualmente está situado o Iraque. Supõe-se que a princípio o trigo fosse apenas mastigado.
Acredita-se que os primeiros pães fossem feitos de farinha misturada ao fruto do carvalho a que se chama bolota, landes ou noz. Seriam alimentos achatados, duros, secos e que também não poderiam ser comidos logo depois de prontos por serem bastante amargos. Assim, talvez fosse necessário lavá-los em água fervente por diversas vezes antes de se fazer as broas que eram expostas ao sol para secar. Tais broas eram assadas da mesma forma que os bolos, sobre pedras quentes ou debaixo de cinzas.
A fermentação
A fermentação é o segredo do pão. O pão levedado foi inventado no Egito onde, há cerca de 6 mil anos seria descoberta a fermentação.
O ar contém uma quantidade enorme de microrganismos, nomeadamente esporos de fungos de levedura, que encontram nas massas de pão as condições adequadas para se alimentar do amido da farinha. Em consequência da acção desses microrganismos, o amido divide-se em anidrido carbónico (CO2) e álcool. As bolhas do gás carbónico não conseguem escapar através da superfície e fazem inchar (crescer) a massa, tornando-a fofa. Durante a cozedura ácido carbónico e álcool conseguem escapar, mas o seu efeito fica, na porosidade, sabor e aroma do pão.
O primeiro pão fermentado teria sido descoberto por acaso. Se uma massa (sem qualquer fermento adicionado) for deixada ao ar, ela irá levedar. Em função das condições de temperatura e umidade, o tempo necessário para a fermentação natural pode variar de entre 4 a 8 horas, mas a massa acabará por levedar. Se antes de cozer a massa se retirar uma porção da massa levedada, obtem-se o fermento para a próxima fornada. A esta forma de fermentação chama-se fermentação natural ou massa velha.
O pão fermentado com massa velha fica com um sabor e aroma característicos, às vezes com um ligeiro travo ácido ou avinagrado. Em Portugal ainda se produz muito pão de massa velha. O pão alentejano e muitas broas minhotas são exemplos disso. Nas grandes superfícies comerciais e nas casas de produtos naturais/saudáveis também se encontra pão de massa velha ou fermento natural.
No entanto, a industrialização trouxe formas mais rápidas de produzir pão. O fermento de padeiro, que na grande maioria é utilizado para a fermentação do nosso pão, é um concentrado de leveduras. Como concentrado que é, torna a fermentação mais rápida e mais intensa. No entanto, os mais atentos ao paladar do pão observam a falta dos sabores e aromas que o fermento de padeiro não consegue "imitar".
O pão no Egito
As vantagens da fermentação e o consumo do pão mais semelhante ao que comemos hoje, era utilizada pelos egípcios á 4.000 anos a.C. No Egito, o pão pagava salários, camponeses ganhavam três pães e dois cântaros de cerveja por dia de trabalho.
O sistema de fabricação dos egípcios era muito simples – pedras moíam o trigo que adicionado á água formavam uma massa mole – e foram mostradas em pinturas encontradas sobre tumbas de reis que viveram por volta de 2.500 a.C.
Em Israel
As primeiras padarias surgiram em Jerusalém, após o contato com os egípcios, com quem os hebreus aprenderam melhores técnicas de fabricação e obtiveram a receita. Pouco tempo depois, já existia na cidade uma famosa rua de padeiros.
Na Antigüidade Clássica
O pão também teve sua história na Grécia e em Roma.
Na Grécia ocorreu na mesma época que no Egito, já em Roma foi bem mais tarde (800 anos a.C.), porém com grande importância.
Foi em Roma, por volta de 500 a.C. que foi criada a primeira escola para padeiros, tendo se tornado o principal alimento daquela civilização preparado em padarias públicas.
Pode-se dizer que, com a expansão do Império Romano, o hábito de consumir pão foi difundido por grande parte da Europa.
Na Idade Média
Com o início da Idade Média, por volta do ano 476 da era comum, as padarias acabaram e a produção de pão voltou a ser caseira. Assim, as pessoas voltaram a comer pão sem fermento.
A partir do século XII, na França, a panificação volta a ser como antes.
Na Idade Moderna
No século XVII, a França torna-se um destaque mundial na fabricação de pães, desenvolvendo técnicas aprimoradas de panificação.
A industrialização do pão
O aparecimento da máquina ocorre somente no século XIX, com amassadeiras (hidráulicas ou manuais), com um custo muito alto e também com grande rejeição. Os consumidores mostraram-se “hostis” com o pão feito mecanicamente. Pouco tempo depois surge o motor elétrico e a reclamação passa a ser dos padeiros. Cada máquina substituía dois padeiros.
Hoje o trigo é tratado em moinhos, é lavado, escorrido e passado por cilíndricos que separam o grão da casca.
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